Tento fugir e te evitar
mas o sangue pulsa mais forte
sou dependente de você
É como uma overdose
uma explosão de prazer e melancolia
um vicio sem cura, uma armadilha
O que queres de mim?
a minha total devoção?
amor sem tropeços
só existe na imaginação
Seu olhar é um mistério
perto de você sou capaz de tudo
sou gigantesca e forte
mas longe só há a morte
Não conheço a cura
você sabe me dizer?
perguntar ao próprio vício
é como andar pelo precipício
Somos tão diferentes e muito iguais
quero o que há, o que há de melhor
para alimentar o meu vício
que é amar, que é você...
Não diga adeus ao meu pobre coração
ah, que confusão...
onde estrá a razão?
que nao me deixa refletir
e permite que você possa partir
Partir meus sentimentos,
partir meu coração
Sou sua e não sou de ninguém
sou uma viciada
busco a saída
e só encontro a heroína
Já não tenho forças
mas tenho a certeza do meu vício
percorro o caminho da estrada
e caio no fundo do abismo
Penso em você a cada instante
Todos os dias...
sem qualquer distração
deixo-me levar pela emoção
Estou perdida, quero a cura
mas não quero a liberdade
desejo apenas saciar a minha vontade
De ter, a todo instante
aqui e ali
o que? Você.
Seu amor é um vício.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Carta anônima de um poeta à sua amada...
***Amar-te não por gozo da vaidade,
não movido de orgulho e ambição.
Não à procura da felicidade,
não por divertimento ou solidão.
Amar-te não por tua mocidade
- risos, cores e luzes verão -
E menos por fugir à ociosidade,
como exercício para o coração.
Amar-te por amar-te:
sem agora, sem ontem, sem futuro
Sem mesquinha esperança de amor
Sem causa ou rumo.
Trazer-te incorporada vida fora,
Carne de minha carne,
filha minha,
Viver do fogo que ardo e me consumo***
não movido de orgulho e ambição.
Não à procura da felicidade,
não por divertimento ou solidão.
Amar-te não por tua mocidade
- risos, cores e luzes verão -
E menos por fugir à ociosidade,
como exercício para o coração.
Amar-te por amar-te:
sem agora, sem ontem, sem futuro
Sem mesquinha esperança de amor
Sem causa ou rumo.
Trazer-te incorporada vida fora,
Carne de minha carne,
filha minha,
Viver do fogo que ardo e me consumo***
sexta-feira, 10 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Adeus meu grande amor
... a saga continua...
"A dor da despedida é mais forte que o nosso primeiro beijo, ah! que saudade do meu Romeu que não vem mais ao meu encontro, retornarei à minha fortaleza e jogarei as minhas tranças à espera de um novo amor.
Quem sabe outro principe ou plebeu apareça no horizonte e novos dias floridos virão, a primavera se foi e o inverno preencheu todo o orvalho levando toda vida do bosque, só ouço o balanço das arvores e sem nenhum canto de pássaros que possa aclmar meu coração.
É um vazio que preenche e esvazia todo o meu ser, não vou chorar, pois lágrimas não apagam o fogo do amor, não vou gritar pois ele não irá ouvir. Seria um amor verdadeiro, uma paixão desvairada, um desejo corrompido,ou confusão de sentidos?
Seja como for, há marcas em meu corpo que serão lembradas eternamente, os sentimentos são como crianças no parque, agem livremente e quando percebemos já estamos machucados, feridos por causa de uma atitude ingênua e precipitada. O passado sempre procura nos atormentar e o presente é o ingresso para um futuro nebuloso, frio e calmo como a noite.
Não sou criança, não sou ingênua,sou uma mulher que deseja conhecer a face do amor, o amor dos contos de fada. Por que não? Ridículo não é confessar que se está apaixonado(a) ou desejar amar, absurdo é passar pela vida e dizer que nunca amou.
O que é a vida senão a busca pelo amor, viver o que significa esta palavra? Seria apenas manter a minha existência e dizer e fazer o que todos executam? Não, isto sim seria um grande absurdo, ridículo.
Quero ser livre, quero alçar grandes voôs, quem sabe um dia ele regresse e me salve deta fortaleza ou quem sabe ele tenha tomado o veneno da dor e eu tenha que perfurar meu coração para encontrá-lo no Linbo de Dionísio.
Posso comer a maçã envenenada e dormir por mil anos, até que um novo príncipe derrote o dragão e me liberte do sono eterno. Versos, versos, sem fim que não me trazem consolo, apenas angústias e a vontade de vê-lo aumenta ainda mais.
Será que me ama ou será um monólogo em que contraceno sozinha no palco? Os papéis se enverteram vireia Fera e ele a Bela, minhas palavras entraram em seus ouvidos enão pude receber sua resposta, mais uma vez terei que esperar por mais mil anos o seu regresso.
Amor correspondido? Não vejo sinais, seus passos, sua voz, fecharei meu coração a sete chaves para que ninguém possa entrar, colocarei as chaves na montanha mais alta para que aquele que realmente quiser me amar terá que ir ao cume da montanha e destravar meu coração.
Sou como folha seca sem clorofila, sem vida, sem paixão, deixo-me cair no chão para servir a terra no processo de decomposição. Até que novas folhas nasçam e tragam vida para o bosque, com fadas, elfos, anões e doendes e novos contos de fadas virão.
Agora retornarei ao meu sono por mil anos e talvez um dia desperte para um novo amor, ou numca desperte e viva a sonhar pela eternidade presa na fortaleza do castelo e vigiada pelo dragão.
"A dor da despedida é mais forte que o nosso primeiro beijo, ah! que saudade do meu Romeu que não vem mais ao meu encontro, retornarei à minha fortaleza e jogarei as minhas tranças à espera de um novo amor.
Quem sabe outro principe ou plebeu apareça no horizonte e novos dias floridos virão, a primavera se foi e o inverno preencheu todo o orvalho levando toda vida do bosque, só ouço o balanço das arvores e sem nenhum canto de pássaros que possa aclmar meu coração.
É um vazio que preenche e esvazia todo o meu ser, não vou chorar, pois lágrimas não apagam o fogo do amor, não vou gritar pois ele não irá ouvir. Seria um amor verdadeiro, uma paixão desvairada, um desejo corrompido,ou confusão de sentidos?
Seja como for, há marcas em meu corpo que serão lembradas eternamente, os sentimentos são como crianças no parque, agem livremente e quando percebemos já estamos machucados, feridos por causa de uma atitude ingênua e precipitada. O passado sempre procura nos atormentar e o presente é o ingresso para um futuro nebuloso, frio e calmo como a noite.
Não sou criança, não sou ingênua,sou uma mulher que deseja conhecer a face do amor, o amor dos contos de fada. Por que não? Ridículo não é confessar que se está apaixonado(a) ou desejar amar, absurdo é passar pela vida e dizer que nunca amou.
O que é a vida senão a busca pelo amor, viver o que significa esta palavra? Seria apenas manter a minha existência e dizer e fazer o que todos executam? Não, isto sim seria um grande absurdo, ridículo.
Quero ser livre, quero alçar grandes voôs, quem sabe um dia ele regresse e me salve deta fortaleza ou quem sabe ele tenha tomado o veneno da dor e eu tenha que perfurar meu coração para encontrá-lo no Linbo de Dionísio.
Posso comer a maçã envenenada e dormir por mil anos, até que um novo príncipe derrote o dragão e me liberte do sono eterno. Versos, versos, sem fim que não me trazem consolo, apenas angústias e a vontade de vê-lo aumenta ainda mais.
Será que me ama ou será um monólogo em que contraceno sozinha no palco? Os papéis se enverteram vireia Fera e ele a Bela, minhas palavras entraram em seus ouvidos enão pude receber sua resposta, mais uma vez terei que esperar por mais mil anos o seu regresso.
Amor correspondido? Não vejo sinais, seus passos, sua voz, fecharei meu coração a sete chaves para que ninguém possa entrar, colocarei as chaves na montanha mais alta para que aquele que realmente quiser me amar terá que ir ao cume da montanha e destravar meu coração.
Sou como folha seca sem clorofila, sem vida, sem paixão, deixo-me cair no chão para servir a terra no processo de decomposição. Até que novas folhas nasçam e tragam vida para o bosque, com fadas, elfos, anões e doendes e novos contos de fadas virão.
Agora retornarei ao meu sono por mil anos e talvez um dia desperte para um novo amor, ou numca desperte e viva a sonhar pela eternidade presa na fortaleza do castelo e vigiada pelo dragão.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Estou apaixonada
Esta é a declaraçãode desespero de uma garota que está perdidamnete apaixonada por um cara há mais de dois anos e até agora ele só enrola a coitada...
Estou apaixonada, não sei seu nome...
Não sei quem é...
Só sei que é assim que estou...
Presa a esta paixão desvairada
Dilacerando as minhas entranhas
Consumindo todo meu ser
Meus pensamentos voam ao seu encontro
Mas estão soltos pelo ar
Ouço sua voz ao pé do ouvido
Sinto tuas mãos a me tocar
Quem me dera poder parar o tempo
Para focarmos juntos ate o entardecer
Sim, sim é loucura...
Mas o que é o amor alem de desventuras
A razão não explica o poder da paixão
Somos invadidos por este sentimento...
Irracional, delirante, pronto a explodir
Numa explosão de prazer
Somente um beijo pode calar a boca de
Quem ama...
Mas ainda assim o coração grita e pede socorro
Nossos corpos queimam a cada encontro...
Tudo é fascinante na dança do amor
Amar, amar e não saber viver sem ti...
É um exagero produzido pela imaginação...
De uma mente corrompida pela paixão
Como a vida é sem graça quando você não está aqui...
Aqui do meu lado, ouvindo a sua respiração...
O seu olhar doce e provocante, pronto a me consumir
de emoção e de devaneios
não sou tua e nem você é meu...
Somos livres, mas somos escravos do amor...
Ele nos une e separa ao mesmo tempo
Você vai e eu fico, o amor perdido...
Não soube onde te encontrar
Eram tantos os rostos e nenhum era o seu
A minha alma inquietou-se...
Tentando repousar, repousar...
Em teus pensamentos que carregam o nome de alguém
Será o meu, ou será de outro alguém
Os dias são todos iguais, mas o meu coração muda
A cada estação
Se você é inverno eu sou verão
Vou ao encontro do amor...
Onde possa repousar meus pensamentos...
Acorrentar-me a ele e juntos unir-mos numa só sintonia
Construindo um amor sedento de desejos,
Mas singelo e casto como dois irmãos
Amor por todo instante, amor presente, amor sincero
Adeus não é despedida, adeus é partida...
Um beijo reflete a dor da paixão
Se não posso gritar, deixo o silencio a ouvir teu coração
Beijos sem memória é barco naufragado no mar
Sou pirata do amor, irei navegar pelos oceanos
Seguindo o cometa Alfa e a estrela Guia
Deixo-lhe meus versos em som e melodia
Mas o meu coração não entrego a quem
Só me causa desilusões
Fernanda.
Estou apaixonada, não sei seu nome...
Não sei quem é...
Só sei que é assim que estou...
Presa a esta paixão desvairada
Dilacerando as minhas entranhas
Consumindo todo meu ser
Meus pensamentos voam ao seu encontro
Mas estão soltos pelo ar
Ouço sua voz ao pé do ouvido
Sinto tuas mãos a me tocar
Quem me dera poder parar o tempo
Para focarmos juntos ate o entardecer
Sim, sim é loucura...
Mas o que é o amor alem de desventuras
A razão não explica o poder da paixão
Somos invadidos por este sentimento...
Irracional, delirante, pronto a explodir
Numa explosão de prazer
Somente um beijo pode calar a boca de
Quem ama...
Mas ainda assim o coração grita e pede socorro
Nossos corpos queimam a cada encontro...
Tudo é fascinante na dança do amor
Amar, amar e não saber viver sem ti...
É um exagero produzido pela imaginação...
De uma mente corrompida pela paixão
Como a vida é sem graça quando você não está aqui...
Aqui do meu lado, ouvindo a sua respiração...
O seu olhar doce e provocante, pronto a me consumir
de emoção e de devaneios
não sou tua e nem você é meu...
Somos livres, mas somos escravos do amor...
Ele nos une e separa ao mesmo tempo
Você vai e eu fico, o amor perdido...
Não soube onde te encontrar
Eram tantos os rostos e nenhum era o seu
A minha alma inquietou-se...
Tentando repousar, repousar...
Em teus pensamentos que carregam o nome de alguém
Será o meu, ou será de outro alguém
Os dias são todos iguais, mas o meu coração muda
A cada estação
Se você é inverno eu sou verão
Vou ao encontro do amor...
Onde possa repousar meus pensamentos...
Acorrentar-me a ele e juntos unir-mos numa só sintonia
Construindo um amor sedento de desejos,
Mas singelo e casto como dois irmãos
Amor por todo instante, amor presente, amor sincero
Adeus não é despedida, adeus é partida...
Um beijo reflete a dor da paixão
Se não posso gritar, deixo o silencio a ouvir teu coração
Beijos sem memória é barco naufragado no mar
Sou pirata do amor, irei navegar pelos oceanos
Seguindo o cometa Alfa e a estrela Guia
Deixo-lhe meus versos em som e melodia
Mas o meu coração não entrego a quem
Só me causa desilusões
Fernanda.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
†Lilyth†
Flui dos sonhos, ó ninfa em sucubo;
Na noite já tardia,
Das brumas te descubro;
Toca-me a tez em fantasia,
Mística, doce, em vão orgia;
Na ara Flébiu sinto teu dorso,
Danças leve em poesia,
Rosa Sacra, e flúvio em gozo.
Rasga-me o peito com um espinho,
Meu sangue faz-se o acre vinho;
Tantálicos, edênicos, efêmeros,
Como os alácres sonhos de Eros.
Musa minha de Onire atroz,
Voltas a tua realidade,
Tênue, sutilmente, em nós
Restará a poética insanidade...
E de instante eu desperto,
Dentre os templos de alabastros
E turíbulos de morfina. Onde estou?!
Ouço apenas o vento flébiu cantar-me então...
Sussurros vãos que vem e vão,
Misticidade medonha,
Vesânia de quem sonha;
Cantas teu nome: Lilyth!
-Diz a mim tua confissão...
Assinar:
Postagens (Atom)

